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Portal: Os Ets e a Civilização Asteca

Mazé Andrade cria escultura baseada em descoberta arqueológica Diante de um universo infinito, será que somos os únicos seres inteligentes a habitar um planeta? A razão nos diz que não. A vida pulsante que encontramos na nossa natureza, e também nas estrelas, na imensidão do cosmo, fascina a artista plástica Mazé Andrade. Sabemos que a possibilidade de vida extraterrestre já foi estudada, imaginada e discutida em várias sociedades. Pesquisando mais sobre esse assunto, a art

Explorando as artes plásticas

Em 40 anos de carreira, Mazé Andrade expôs técnicas e estilos diferentes em mais de 50 eventos. Apesar de ter construído sua vida no Nordeste – entre Paraíba e Pernambuco – as obras da artista plástica Mazé Andrade ultrapassam qualquer fronteira ao trazer influências e releituras de diversos locais do mundo. O repertório da “cientista do Belo” denota estilos variados, mesclando o Clássico ao Primitivismo, cunhando, assim, sua própria miscigenação. Apresentando um vasto curríc

Deusa egípcia

Com essa peça, Mazé faz uma releitura contemporânea da deusa egípcia Amonet, esposa do deus Amon ou a parte oculta dele. As duas figuras mitológicas representavam o intangível, o oculto ou o poder infinito. Numa cidade daquela civilização, era apresentada com a Coroa Vermelha do Baixo Egito. Possui forma de pequeno obelisco, porém, ao contrário dos egípcios, na forma cilíndrica. A artista também denomina a peça de Desejos, por representar o amor entre um casal, que se entrela

No universo da litografia

Artista participou do Laboratório Oficina Guaianases de Gravura. Mazé Andrade já estudou desenho livre, bico de pena, monotipia, pintura a óleo, xilogravura, gravura em metal e cerâmica. Por volta de 1995, apaixonou-se também pela litogravura, passando a freqüentar o ateliê livre da Universidade Federal de Pernambuco. Foi lá onde conheceu e conviveu com o mestre Hélio Soares, falecido em maio de 2020, aos 74 anos. Seu Hélio trabalhou em gráficas e integrou, ao lado de João Câ